Política, comunicação social, inovações, idéias, esportes e entretenimento. O tudo e o nada.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Michele
Fiquei devendo a musa da quinta. É uma das estrelas mais lindas ha história do cinema. uma beleza que marcou a minha geração. Michele Pfeifer.
terça-feira, 6 de abril de 2010
SOS Rio
Meu amado Rio afundou na tempestade. Uma pena. Uma cidade tão linda como aquela precisa da solidariedade e do apoio de todos brasileiros para se recuperar mais bonita, mais forte, mais resolvida.
O Rio que todos merecem.
O Rio que todos merecem.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Miss Atomo
Concurso realizado na Russia, com funcionárias de usinas nucleares. A última vencedora foi Ekaterina Bulgakova. Merecemos...
Farsa histórica
Estados Unidos: 5.736 ogivas nucleares.
Reino Unido: 700 ogivas nucleares.
França: 350 ogivas nuclaares.
Israel: 200 ogivas nucleares.
Rússia: mais de 7.000 ogivas nucleares.
Pergunta: qual a moral desse pessoal para pressionar o Irã. Depois de destruirem todo o arsenal que possuem, eles podem falar sobre o assunto. Antes, não passa de farsa.
Reino Unido: 700 ogivas nucleares.
França: 350 ogivas nuclaares.
Israel: 200 ogivas nucleares.
Rússia: mais de 7.000 ogivas nucleares.
Pergunta: qual a moral desse pessoal para pressionar o Irã. Depois de destruirem todo o arsenal que possuem, eles podem falar sobre o assunto. Antes, não passa de farsa.
Coisas que o Brasil faz pela primeira vez
Interessante e raro um debate veiculado pela Globonews sobre a Estratégia Brasileira de Defesa. Participaram os professores Gustavo Heck (ESG), Coronel Geraldo Cavagnari (UNICAMP), e o jornalista Roberto Godoy, sob o comando de Willian Waack.
Algumas afirmações são definitivas:
Algumas afirmações são definitivas:
- pela primeira vez o país conta com uma estratégia de defesa ampla, que incorpora todos os componentes estratégicos, desde o modelo de convocação da força, até a pesquisa tecnológica, passando pela capacidade industrial;
- o que se esquece no debate da compra dos caças (FX2) é que o país articula um modelo para ser a última vez em que vai importar aviões de combate, pois o brasil se prepara para fabricar a próxima geração de vetores aéreos de alto desempenho;
- o domínio tecnológico militar estimula o desenvolvimento econômico.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Refale e Superhornet em combate
Li em um site de assuntos militares, que o Rafale e o F 18 Superhornet se enfrentaram um um exercício conjunto das marinhas francesa e norte-americana. Foi uma simulação hi-tec, no qual os caças se enfrentavam em diversas situações e os computadores registravam o vencedor de cada ensaio, com manobras realistas. Placar final: Rafale 8 x Superhornet 2. Parece que o Brasil fez uma boa compra.
Quinta feira sem assunto
Quinta feira brava. Semana santa chegando, um pouco de ressaca. O galo joga mais tarde. Talvez dê algum comentário. Na falta do que falar, vai mais uma mulher interessante para adoçar a vista. Uma coroa e tanto...
Outra Fernanda, desta vez Young.
Outra Fernanda, desta vez Young.
quarta-feira, 31 de março de 2010
TSE despediça dinheiro público
O TSE lançou a sua campanha educativa para estimular o voto e as boas práticas democráticas. Como toda campanha do TSE esta também parece uma vacina velha: é inócua. Ou seja, não faz efeito.
Interessante é que o TSE faz pesquisas todos os anos e, depois de tanto tempo, deveria conhecer melhor o eleitor brasileiro. Parece que não aprendeu com as informações das pesquisas, pois lançou uma campanha com temática pobre, sem capacidade de chamar atenção das pessoas e com mensagens sem qualquer criatividade.
É mais um caso de dinheiro público jogado fora.
Interessante é que o TSE faz pesquisas todos os anos e, depois de tanto tempo, deveria conhecer melhor o eleitor brasileiro. Parece que não aprendeu com as informações das pesquisas, pois lançou uma campanha com temática pobre, sem capacidade de chamar atenção das pessoas e com mensagens sem qualquer criatividade.
É mais um caso de dinheiro público jogado fora.
terça-feira, 30 de março de 2010
Seriedade para enganar
Eles parecem senhores (senhoras) muito sérios, muito compenetrados. Ternos sóbrios, roupas femininas formais, cabelos masculinos e femininos clássicos. Pela forma à qual se apresentam, procuram transmitir que o que falam é verdade e não há nenhum subterfúgio por traz do que dizem.
Assim, com uma aparência muito digna, extremamente respeitosa, os apresentadores dos principais jornais da TV Globo e da Globonews, tentam enganar os brasileiros, para que eles acreditem que a versão dos fatos apresentada por eles é a verdade.
Uma das obras primas do cinema, "O homem que matou o facínora", ensina que o jornalismo não trata necessariamente da verdade, mas de versões do que acontece. A verdade nem sempre é publicada ou vai ao ar, na maioria das vezes sacrificada por versões que vendem mais a notícia. Há também o sacrifício da verdade por interesses econômicos e políticos. Um exemplo do sacrifício econômico acorreu na cobertura inicial do naufrágio do Exxon Valdez, no Alasca, um acidente que quase destruiu um importante sistema ecológico. No início, as notícias afirmavam que havia sido um incidente de pequena monta, apenas digno de notas de pé de página. A verdadeira dimensão da tragédia só alcançou as primeiras páginas, depois que entidades de ambientalistas realizaram manifestações e divulgaram filmes independentes no local, com imagens chocantes da destruição da fauna, inclusive tendo inesquecíveis sequências de focas e aves cobertas por camadas de petróleo.
Na política, os brasileiros já se acostumaram a ver a cobertura parcial e engajada da Globo em sucessivas eleições. Ganhou com Fernando Collor e Fernando Henrique; perdeu duas para Lula.
Não há nada de errado em um veículo de comunicação assumir uma posição política. O que é errado é esconder essa posição política dos seus leitores e expectadores. Essa atitude é evitada nas democracias mais consolidadas, como Estados Unidos, países da Europa Ocidental e Japão, onde os veículos assumem publicamente suas escolhas políticas, sem procurar enganar os eleitores.
No Brasil os veículos não se preocupam em informar o público de suas posições políticas e se apresentam como "neutros". Essa atitude engana os consumidores desses veículos e permite a prática sutil, porém aberta, de campanha eleitoral.
Normalmente essa prática não atinge as camadas econômicas mais baixas, pois esse público constituído pela maioria dos brasileiros não consome esses meios de comunicação ou simplesmente não acredita neles, pois suas notícias entram em contradição com as suas referências de vida.
O publico influenciado é o setor culturalmente deficiente da classe média, constituído de pessoas que só obtém as suas referências do mundo através de meios de comunicação que divulgam informações com baixo nível de profundidade analítica, como a revista Veja, o jornal Folha de São Paulo e a Globo. São pessoas que não lêem livros, nem consomem produtos culturais mais elaborados e são gradativamente transformados na massa de manobra dos partidos conservadores, como o PSDB e o DEM.
Sob a aparência de procedimentos sérios, os comentaristas dos veículos citados proferem informações distorcidas e análises equivocadas, destinadas mais a influenciar do que a informar. Os comentaristas sérios; que não se enquadram nesse modelo, como Emir Sader; são evitados ou afastados, quando não se enquadram aos propósitos das empresas de comunicação.
Assim, com uma aparência muito digna, extremamente respeitosa, os apresentadores dos principais jornais da TV Globo e da Globonews, tentam enganar os brasileiros, para que eles acreditem que a versão dos fatos apresentada por eles é a verdade.
Uma das obras primas do cinema, "O homem que matou o facínora", ensina que o jornalismo não trata necessariamente da verdade, mas de versões do que acontece. A verdade nem sempre é publicada ou vai ao ar, na maioria das vezes sacrificada por versões que vendem mais a notícia. Há também o sacrifício da verdade por interesses econômicos e políticos. Um exemplo do sacrifício econômico acorreu na cobertura inicial do naufrágio do Exxon Valdez, no Alasca, um acidente que quase destruiu um importante sistema ecológico. No início, as notícias afirmavam que havia sido um incidente de pequena monta, apenas digno de notas de pé de página. A verdadeira dimensão da tragédia só alcançou as primeiras páginas, depois que entidades de ambientalistas realizaram manifestações e divulgaram filmes independentes no local, com imagens chocantes da destruição da fauna, inclusive tendo inesquecíveis sequências de focas e aves cobertas por camadas de petróleo.
Na política, os brasileiros já se acostumaram a ver a cobertura parcial e engajada da Globo em sucessivas eleições. Ganhou com Fernando Collor e Fernando Henrique; perdeu duas para Lula.
Não há nada de errado em um veículo de comunicação assumir uma posição política. O que é errado é esconder essa posição política dos seus leitores e expectadores. Essa atitude é evitada nas democracias mais consolidadas, como Estados Unidos, países da Europa Ocidental e Japão, onde os veículos assumem publicamente suas escolhas políticas, sem procurar enganar os eleitores.
No Brasil os veículos não se preocupam em informar o público de suas posições políticas e se apresentam como "neutros". Essa atitude engana os consumidores desses veículos e permite a prática sutil, porém aberta, de campanha eleitoral.
Normalmente essa prática não atinge as camadas econômicas mais baixas, pois esse público constituído pela maioria dos brasileiros não consome esses meios de comunicação ou simplesmente não acredita neles, pois suas notícias entram em contradição com as suas referências de vida.
O publico influenciado é o setor culturalmente deficiente da classe média, constituído de pessoas que só obtém as suas referências do mundo através de meios de comunicação que divulgam informações com baixo nível de profundidade analítica, como a revista Veja, o jornal Folha de São Paulo e a Globo. São pessoas que não lêem livros, nem consomem produtos culturais mais elaborados e são gradativamente transformados na massa de manobra dos partidos conservadores, como o PSDB e o DEM.
Sob a aparência de procedimentos sérios, os comentaristas dos veículos citados proferem informações distorcidas e análises equivocadas, destinadas mais a influenciar do que a informar. Os comentaristas sérios; que não se enquadram nesse modelo, como Emir Sader; são evitados ou afastados, quando não se enquadram aos propósitos das empresas de comunicação.
segunda-feira, 29 de março de 2010
Stalinista não muda
Pessoas de direita, que foram de esquerda com formação stalinista, são realmente perigosas. Outro dia ouvindo uma rádio, pela manhã, enquanto corria, escutei um comentário de dois cabos eleitorais do Serra, a ex-PCdoB Míriam Leitão e o pseudo-economista sei lá o que Sardenberg. Leitão eu sei que teve uma sólida formação stalinista no PCdoB, já o arremedo de economista eu só sei que é de direita, com uma bruta nostalgia do autoritarismo e um imenso nojo de povo.
A conversa deles é de dois capitães do mato da direita, mas a estrutura é absolutamente stalinista: insistem, dia após dia, na tese do "quanto pior, melhor". O melhor da esquerda Brasileira, Lula incluso, desde os seus tempos de sindicalista, nunca compartilhou dessa tese. Os quadros marxistas de qualidade sempre tiveram referências no velho filosofo alemão, que defendia a necessidade de avanços econômicos e tecnológicos para preparar terreno para o socialismo. Lula, por seu lado, nunca foi marxista, porém sempre foi dono de um instinto fora do normal e isso fez com que percebesse a necessidade de sempre lutar pelas melhores condições de vida. Para ele, quanto melhor, melhor.
Do outro lado, os equivocados do pecedobêzão sempre insistiram na tese do "quanto pior, melhor". Sempre foi um partido maluco, que resolveu imitar os cubanos ao instalar um foco revolucionário no Pará. Se deram mal na aventura, por não ter previsto na sua aventura coisas básicas, como, por exemplo, de comparar o mapa do Brasil, um país imenso, com o de Cuba, uma pequena ilha do Caribe. Algumas viúvas do episódio defendem que a estratégia do partido era baseada a Guerra Popular Prolongada, coisa também absurda de quem não sabe que estratégias maoístas só funcionam em circunstâncias históricas que permitem a montagem de grandes exércitos revolucionários.
Mas, o assunto é a Leitão. Ela foi formada para a vida no que há de pior na esquerda brasileira e continua uma exercendo a sua atividade política de direita seguindo as mesmas regras. Além de ser ridicularizada nos meios acadêmicos pelas bobagens que fala, ela desmoraliza o pensamento de direita a cada comentário.
A conversa deles é de dois capitães do mato da direita, mas a estrutura é absolutamente stalinista: insistem, dia após dia, na tese do "quanto pior, melhor". O melhor da esquerda Brasileira, Lula incluso, desde os seus tempos de sindicalista, nunca compartilhou dessa tese. Os quadros marxistas de qualidade sempre tiveram referências no velho filosofo alemão, que defendia a necessidade de avanços econômicos e tecnológicos para preparar terreno para o socialismo. Lula, por seu lado, nunca foi marxista, porém sempre foi dono de um instinto fora do normal e isso fez com que percebesse a necessidade de sempre lutar pelas melhores condições de vida. Para ele, quanto melhor, melhor.
Do outro lado, os equivocados do pecedobêzão sempre insistiram na tese do "quanto pior, melhor". Sempre foi um partido maluco, que resolveu imitar os cubanos ao instalar um foco revolucionário no Pará. Se deram mal na aventura, por não ter previsto na sua aventura coisas básicas, como, por exemplo, de comparar o mapa do Brasil, um país imenso, com o de Cuba, uma pequena ilha do Caribe. Algumas viúvas do episódio defendem que a estratégia do partido era baseada a Guerra Popular Prolongada, coisa também absurda de quem não sabe que estratégias maoístas só funcionam em circunstâncias históricas que permitem a montagem de grandes exércitos revolucionários.
Mas, o assunto é a Leitão. Ela foi formada para a vida no que há de pior na esquerda brasileira e continua uma exercendo a sua atividade política de direita seguindo as mesmas regras. Além de ser ridicularizada nos meios acadêmicos pelas bobagens que fala, ela desmoraliza o pensamento de direita a cada comentário.
Pesquisa alerta o PT
A pesquisa Datafolha, embora seja de um instituto afinado com a base de apoio ao Governador de São Paulo, teve alguns efeitos positivos para a candidatura Dilma. Embora os textos da Folha de São Paulo tenham distorcido alguns dados, por exemplo, quando afirmam que apoiadores de Lula se dividem entre as duas principais candidaturas a presidente. Trata-se de uma informação imprecisa, pois o jornal omite outra informação complementar, que indica outra conclusão importante: Serra e Dilma dividem o apoio dos que aprovam Lula, somente quando muitos eleitores não sabem que a ministra é apoiada pelo presidente. Quando perguntados se votariam em um candidato indicado por Lula. a grande maioria indica essa possibilidade.
A análise completa dos dados leva à conclusão de que, quando a campanha começar e o presidente assumir o apoio á sua candidata, sem as amarras da lei eleitoral, uma nova realidade, mais favorável à ministra se mostrará. Essa possibilidade inclusive é reforçada pelo fato de que nem mesmo a maioria dos cerca de 20% dos eleitores brasileiros que dizem ter simpatia pelo PT sabem que Dilma é a candidata do partido.
O fato é que Dilma tenta ocupar espaços, mas ainda está sob severas restrições do Tribunal Eleitoral e não tem o apoio dos grandes veículos de comunicação que fazem campanha para Serra há quatro anos. Nesse cenário, é surpreendente a boa posição da Ministra nas pesquisas, inclusive considerando que ela é uma figura relativamente nova na política.
Como a maioria das pessoas, inclusive políticos de alto escalão, não entende muita coisa de pesquisas, os números divulgados pela Folha deverão ter um impacto saudável na base de apoio da Ministra. Arrefece o clima de "já ganhou", reitera que será uma campanha muito difícil, coibe as lutas internas e indica que o trabalho será exaustivo.
A análise completa dos dados leva à conclusão de que, quando a campanha começar e o presidente assumir o apoio á sua candidata, sem as amarras da lei eleitoral, uma nova realidade, mais favorável à ministra se mostrará. Essa possibilidade inclusive é reforçada pelo fato de que nem mesmo a maioria dos cerca de 20% dos eleitores brasileiros que dizem ter simpatia pelo PT sabem que Dilma é a candidata do partido.
O fato é que Dilma tenta ocupar espaços, mas ainda está sob severas restrições do Tribunal Eleitoral e não tem o apoio dos grandes veículos de comunicação que fazem campanha para Serra há quatro anos. Nesse cenário, é surpreendente a boa posição da Ministra nas pesquisas, inclusive considerando que ela é uma figura relativamente nova na política.
Como a maioria das pessoas, inclusive políticos de alto escalão, não entende muita coisa de pesquisas, os números divulgados pela Folha deverão ter um impacto saudável na base de apoio da Ministra. Arrefece o clima de "já ganhou", reitera que será uma campanha muito difícil, coibe as lutas internas e indica que o trabalho será exaustivo.
domingo, 28 de março de 2010
Um ato de corrupção fez da Folha o maior jornal do Brasil
Até a década de 70, do século XX, a Folha de São Paulo apoiava a ditadura militar, como todos os outros grandes jornais brasileiros. Na época, a Folha não era um dos jornais mais importantes do país, lugar ocupado pelo O Globo e Jornal do Brasil. Não era nem mesmo o maior do seu estado, posto dominado pelo Estadão. O negócio mais lucrativo do seu proprietário, Otávio Frias, era a concessão da rodoviária de São Paulo.
Então o General Geisel, presidente militar de plantão, resolveu construir uma nova rodoviária na capital paulista, fora do centro e mais acessível aos ônibus intermunicipais. Frias tentou estender sua cancessão ao novo terminal. Os generais negaram a pretensão. Tendo seus interesses contrariados, o empresário jogou seu jornal na oposição. Isso tem um nome CORRUPÇÃO!
A manobra teve um efeito empresarial inesperado, o jornal conquistou novos leitores, insatisfeitos com a ditadura, que não sabiam o motivo da guinada editorial. Acreditavam que fosse por motivos de consciência, como estava ocorrendo com milhões de brasileiros. Mas, era apenas um jogo de interessas, corrupção.
Hoje o jornal perde rapidamente a maior parte dos leitores que consuistou no final dos anos de chumbo. Eles se sentem traidos.
Então o General Geisel, presidente militar de plantão, resolveu construir uma nova rodoviária na capital paulista, fora do centro e mais acessível aos ônibus intermunicipais. Frias tentou estender sua cancessão ao novo terminal. Os generais negaram a pretensão. Tendo seus interesses contrariados, o empresário jogou seu jornal na oposição. Isso tem um nome CORRUPÇÃO!
A manobra teve um efeito empresarial inesperado, o jornal conquistou novos leitores, insatisfeitos com a ditadura, que não sabiam o motivo da guinada editorial. Acreditavam que fosse por motivos de consciência, como estava ocorrendo com milhões de brasileiros. Mas, era apenas um jogo de interessas, corrupção.
Hoje o jornal perde rapidamente a maior parte dos leitores que consuistou no final dos anos de chumbo. Eles se sentem traidos.
sexta-feira, 26 de março de 2010
Diplomacia do Brasil mostra amadurecimento
A diplomacia brasileira vota, pela primeira vez na ONU, contra a Coréia do Norte, um dos países classificados como párias pelo Departamento de Estado norte ameticano. É uma mostra de maturidade. Votar contra qualquer um dos países da lista dos Estados Unidos é estreiteza de visão ou submissão à política externa norte-americana. Irã e Cuba, por exemplo são casos à parte, embora o Brasil também deva se posicionar contra exageros contra os direitos humanos nestes dois países - como no caso da agressão a mulheres desarmadas, na ilha caribenha, ou a prisão de artistas e intelectuais, no estado persa. Afinal, defender os direitos humanos contribui para que abusos de carater político e de consciência jamais voltem a ocorrer no Brasil. Pragmatismo tem limites e só engrandece o país, uma posição incisiva sobre a questão, além do que críticas construtivas aumentam são ouvidas e respeitadas.
No caso da Coréia, não havia motivo para uma posição de neutralidade. O último estado stalinista do mundo é uma ameaça irresponsável à tranquilidade do extremo oriente. Países pacíficos, como o Japão e a Coréia do Sul vivem em suspense, temendo uma irresponsabilidade de um país inviável, que ao perceber o risco de uma crise social terminal, pode acender o pavio do barril de pólvora. Pólvorá atômica é claro.
No caso da Coréia, não havia motivo para uma posição de neutralidade. O último estado stalinista do mundo é uma ameaça irresponsável à tranquilidade do extremo oriente. Países pacíficos, como o Japão e a Coréia do Sul vivem em suspense, temendo uma irresponsabilidade de um país inviável, que ao perceber o risco de uma crise social terminal, pode acender o pavio do barril de pólvora. Pólvorá atômica é claro.
quinta-feira, 25 de março de 2010
segunda-feira, 22 de março de 2010
NOVO SISTEMA DE SAÚDE NORTE-AMERICANO ROMPE COM A LEI DO MAIS FORTE
O presidente Obama conquistou a sua maior vitória até aqui para o povo norte-americano, com a aprovação do seu projeto para a saúde pública. Até então, um norte-americano sem dinheiro, quando ficava doente, podia morrer sem assistência médica. No Brasil este mesmo cidadão, mesmo sendo estrangeiro receberia um atendimento de boa qualidade pelo SUS.
Obama derrotou a direita do seu país, que é contra a saúde pública. A direita norte-americana defende um sistema no qual vigora a lei do mais capaz (ou do mais forte). Se um indivíduo não consegue comprar um plano de saúde, merece ser excluído da sociedade - é uma exclusão fisica, ou seja tal pessoa merece morrer.
Com a linguagem diferente, fundamentada no individualismo norte-americano, esse discurso tem uma assustadora proximidade com a defesa da eugenia na Alemanha nazista. A exclusão dos mais fracos criaria uma nação de super-humanos, pronta para dominar o mundo.
Com sua apologia aos temas marciais, os nazistas tinham um estilo diferente da direita yuppie norte-americana, mas no fundo a essência é a mesma. Ambos os agrupamentos não hesitam em partir para a guerra, preferindo a agressão dos países mais fracos. Ambos tinham como líderes populares artistas austríacos: os alemães foram seduzidos por Hitler e os norte-americanos são fascinados por Arnold Schwarzenegger, o governador da California, que é, provavelmente, o político republicano mais popular do país. A legislação atual impede a sua chegada à Casa Branca, mas leis podem ser mudadas, o que dá calafrios.
É assustador pensar como eles são parecidos, como pai e filho.
Obama derrotou a direita do seu país, que é contra a saúde pública. A direita norte-americana defende um sistema no qual vigora a lei do mais capaz (ou do mais forte). Se um indivíduo não consegue comprar um plano de saúde, merece ser excluído da sociedade - é uma exclusão fisica, ou seja tal pessoa merece morrer.
Com a linguagem diferente, fundamentada no individualismo norte-americano, esse discurso tem uma assustadora proximidade com a defesa da eugenia na Alemanha nazista. A exclusão dos mais fracos criaria uma nação de super-humanos, pronta para dominar o mundo.
Com sua apologia aos temas marciais, os nazistas tinham um estilo diferente da direita yuppie norte-americana, mas no fundo a essência é a mesma. Ambos os agrupamentos não hesitam em partir para a guerra, preferindo a agressão dos países mais fracos. Ambos tinham como líderes populares artistas austríacos: os alemães foram seduzidos por Hitler e os norte-americanos são fascinados por Arnold Schwarzenegger, o governador da California, que é, provavelmente, o político republicano mais popular do país. A legislação atual impede a sua chegada à Casa Branca, mas leis podem ser mudadas, o que dá calafrios.
É assustador pensar como eles são parecidos, como pai e filho.
domingo, 21 de março de 2010
Frustração no lançamento de Serra
Serra anunciou, para “grande surpresa” do Brasil, a sua candidatura a presidente. Bom... o cara estava fazendo campanha e dando as suas habituais rasteiras há quatro anos. Derrubou o Aécio e impediu que qualquer outro pudesse surgir no campo da direita. Com isso, criou um grande problema para a direita (e digo direita, para economizar espaço de explicações - na comunicação e na ciência é preciso usar definições, para facilitar o raciocínio). O problema é que se por caprichos do destino algo acontecer com Serra, a direita não tem qualquer alternativa, pois o governador de São Paulo se esmerou em enterrar qualquer um que pudesse brilhar um pouco mais.
Por isso, a surpresa não é o anúncio de Serra - já era uma morte anunciada - o extraordinário é que Dilma já está passando à frente na corrida presidencial, com a tendência de abrir alguns corpos, apesar de toda a campanha aberta feita para o governador, por todos os veículos da grande imprensa brasileira.
É também um cenário revelador de que a força da imprensa brasileira se desgastou ao entrar em contradição com o povo brasileiro - para lembrar uma expressão de Darci Ribeiro.
Por isso, a surpresa não é o anúncio de Serra - já era uma morte anunciada - o extraordinário é que Dilma já está passando à frente na corrida presidencial, com a tendência de abrir alguns corpos, apesar de toda a campanha aberta feita para o governador, por todos os veículos da grande imprensa brasileira.
É também um cenário revelador de que a força da imprensa brasileira se desgastou ao entrar em contradição com o povo brasileiro - para lembrar uma expressão de Darci Ribeiro.
sexta-feira, 19 de março de 2010
O Rafale é melhor para o Brasil
Luiz Nacif: O JN noticiou a pouco a opção pelo Rafale, informando que a FAB reviu posição anterior pelo Gripen NG.
Vi em não sei qual lugar que a França/Dassault reduziu o preço do pacote em R$ 2 bilhões. Acho muita a redução, mas será verdade?
Os Rafale estão mais caros, mas a França passará os códigos fonte, fato de suma importância, pois permite ao Brasil reconfigurar os sistemas de navegação e armas para atender aos nossos pilotos e condições, bem como para garantir que não haja algum controle tipo “desligamento à distância”, coisa que acho que pode haver nos radares americanos do Sivan. Ou seja, quando os aviões de guerra americanos atacassem nossa Amazônia, um sinal dos EUA poderia desativar a detecção ou a informação dos radares aos controladores brasileiros.
Isso parace baboseira? Não pois nos EUA não se pode confiar quando a estratégia militar deles é posta em prática.
Vi em não sei qual lugar que a França/Dassault reduziu o preço do pacote em R$ 2 bilhões. Acho muita a redução, mas será verdade?
Os Rafale estão mais caros, mas a França passará os códigos fonte, fato de suma importância, pois permite ao Brasil reconfigurar os sistemas de navegação e armas para atender aos nossos pilotos e condições, bem como para garantir que não haja algum controle tipo “desligamento à distância”, coisa que acho que pode haver nos radares americanos do Sivan. Ou seja, quando os aviões de guerra americanos atacassem nossa Amazônia, um sinal dos EUA poderia desativar a detecção ou a informação dos radares aos controladores brasileiros.
Isso parace baboseira? Não pois nos EUA não se pode confiar quando a estratégia militar deles é posta em prática.
Serra rouba dinheiro da saúde e ameaça de morte ronda paulistas
Uma auditoria do Departamento Nacional de Auditoria do SUS – Denasus, do Ministério da Saúde, comprovou que o governo paulista desviou, em dois anos, R$ 2 bilhões em verbas que
deveriam ter sido aplicadas na saúde. A análise constatou que destes,
pelo menos R$ 78 milhões foram investidos no mercado financeiro, apesar
da crise de atendimento na saúde pública paulista.
O dinheiro do SUS que, por causa do desvio, vai para uma conta única do governo, por lei deveria ter sido destinado a programas de assistência
farmacêutica, vigilância epidemiológica e combate à Aids e DST.
deveriam ter sido aplicadas na saúde. A análise constatou que destes,
pelo menos R$ 78 milhões foram investidos no mercado financeiro, apesar
da crise de atendimento na saúde pública paulista.
O dinheiro do SUS que, por causa do desvio, vai para uma conta única do governo, por lei deveria ter sido destinado a programas de assistência
farmacêutica, vigilância epidemiológica e combate à Aids e DST.
quinta-feira, 18 de março de 2010
O caos está batendo à porta dos EUA
Em Davos, pela primeira vez, desde o final da Guerra Civil, na metade do século XIX, a elite mundial debateu com seriedade a possibilidade de uma crise política grave nos Estados Unidos. A palavra de ordem da direita norte-americana é sabotar o governo Obama, para impedir o presidente de dar certo. Assim, atuam de todas as formas para aprofundar a crise econômica e criam embaraços para a política externa dos Estados Unidos.
A direita norte-americana dá um tiro no pé. Querem provocar o caos, mas o cataclismo que se anuncia não deixará sobreviventes, vai engolir todos, sem exigir posicionamento ideológico.
O mundo inteiro vai sofrer as consequências.
A direita norte-americana dá um tiro no pé. Querem provocar o caos, mas o cataclismo que se anuncia não deixará sobreviventes, vai engolir todos, sem exigir posicionamento ideológico.
O mundo inteiro vai sofrer as consequências.
Assinar:
Postagens (Atom)









