sexta-feira, 11 de junho de 2010

Quase pulei a sexta

Sakira arrebenta na África do Sul. Linda.


quarta-feira, 2 de junho de 2010

Quinta é feriado e Viviane traz o sol

Serra desesperado

Serra entrou em desespero. Agora deu pra atacar gratuitamente o presidente da Bolívia, Evo Morales, e falar de um dossiê. Os tucanos possuem um notável complexo de perseguição. Serra transformou uma ação de defesa do comitê da Dilma, de onde estavam vazando informações em um ataque contra eles.
Acho que já perceberam que vão perder a eleição, assim já estão criando factóides para tentar um segundo turno na justiça - sim, porque Dilma pelo jeito ganha de primeira, não vai ter jogo de volta.

terça-feira, 25 de maio de 2010

O que o mundo pensa de Lula

Le Monde:

É Lula pra cá, Brasil pra lá! O mundo se agita com as declarações do presidente brasileiro e com as façanhas não somente futebolísticas de seus compatriotas.
Vimos Luiz Inácio Lula da Silva repreendendo a Alemanha por sua hesitação em salvar a Grécia, e oferecendo sua mediação no conflito entre Israel e Palestina.
Vimo-lo tentando, junto com os turcos, arrefecer a questão nuclear iraniana, e apoiar os argentinos em seu conflito contra os britânicos a respeito das Ilhas Malvinas e seu petróleo.
Mas “o homem mais popular do mundo”, segundo Barack Obama, não se apoia somente em seu carisma para falar em alto e bom som. Ele representa um Brasil em plena forma que, após uma depressão causada pela crise, segue de perto a China e a Índia em termos de crescimento.
A Petrobras, grupo petrolífero que é a empresa mais lucrativa da América Latina, a Vale, líder mundial do ferro, a Embraer, que poderá muito bem superar a Boeing e a Airbus em breve no setor de aviação, são apenas alguns dos orgulhos de uma economia industrial de primeira ordem.
No setor agrícola o crescimento é comparável, e valeu ao Brasil o título de “celeiro do mundo”. Soja, açúcar, etanol, café, frutas, algodão, frango, etc. fazem dele um concorrente temível para os produtores europeus.
Foi em 2008 que o Brasil se deu conta de suas capacidades econômicas. Até então, ele negociava com a Organização Mundial do Comércio, mas de maneira um tanto tímida. A crise que veio dos Estados Unidos e o colapso da produção industrial dos chamados países desenvolvidos o persuadiram de que era hora de partir para a ofensiva.
Agora é o Brasil, representado de forma brilhante por seu ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que mais pressiona por uma conclusão das negociações da Rodada Doha. Em comparação, os Estados Unidos parecem presos em um protecionismo de outros tempos.
Menos temido que a China ou a Índia, de populações na casa dos bilhões, mais respeitado que uma Rússia dependente de suas matérias-primas, o Brasil é o verdadeiro porta-voz dessas economias emergentes que puxam o crescimento mundial. Com o eixo econômico do mundo se deslocando para o Sul, ele pode com razão exigir que aqueles que estão substituindo os países do Norte sejam mais bem representados nas instâncias internacionais, a começar pelo Banco Mundial e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Sem esquecer o Conselho de Segurança da ONU, no qual o Brasil almeja uma cadeira de membro permanente.
Porque “o século 21 será o século dos países que não tiveram sua chance”, e por ele acreditar estar “na metade de [sua] carreira política”, Lula, 65, poderá se candidatar ao secretariado geral da ONU em 2012. Ele também deverá lutar para melhorar o G20, cuja influência ele considera “muito pequena”.
Continuaremos a ouvir falar do ex-metalúrgico, amigo das favelas e dos investidores. Continuaremos a ouvir falar de um Brasil no despontar de seus “trinta anos gloriosos”.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Obana don´t give peace a chance.

Obama não quis dar uma chance à paz. Preferiu manter a velha política externa arcaica norte-americana do "grande porrete" ou a diplomacia das canhoneiras, uma característica do velho imperialismo criado pelas potências européias, herdado depois da segunda guerra pelos Estados Unidos. É o mesmo tipo de imperialismo que levou a Inglaterra à Guerra do Ópio, contra a China, no século XIX.
Isso leva Lula e os dirigentes dos países emergentes e em desenvolvimento a desconfiar do presidente estadunidense, que segundo eles diz uma coisa e faz outra.
De fato, Obama surgiu como uma esperança de mudança para milhões de pessoas, no seu país e no mundo, mas hoje ninguém tem dúvidas de que ele é um engodo. As mudanças que prometeu fazer nos Estados Unidos acontecem atrofiadas, com um alcance muito menos do que o esperado.
Alguns dizem que o presidente dos Estados Unidos se rendeu ao poder da elite econômica do seu país e hoje é um eunuco político. Outros supõem que ele nunca pretendeu mudar com sinceridade, não passando de mais uma cria do sistema industrial\financeiro\militar que domina seu país.
Ambas as possibilidades denunciam a deformação da democracia mais antiga do mundo, que é profundamente distorcida pelo poder dos que possuem muito dinheiro. A democracia norte-americana existe nas cidades, nos condados e eventualmente nos pequenos estados, sendo atrofiada á medida em que sobe aos escalões mais altos do poder.  
Friedman, no seu recente livro "Quente, plano e populoso", denuncia como uma das causas do declínio americano a corrosão da democracia estadunidense. para ele, os eleitores votam, depois vão cuidar das suas vidas, enquanto os lobyes vão cuidar dos seus interesses nos corredores do poder, no congresso e na Casa Branca.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

terça-feira, 18 de maio de 2010

Ação e reação

O Brasil jogou limpo nd Diplomacia, Pela Paz, O Que É Diferente da Hipócrita Diplomacia das "potências" ocidentais, fingem negociar Que, Fazer Para a guerra. O Iraque e Uma Lembrança triste disso. Mentiram Sobre as Armas de destruição em massa, inslar n Tropas Toda desestabilizam Que uma Região.


A discussão Sobre o secundário, Que reconheço Que me precipitei e errei, Apenas servir o principal parágrafo camuflar, Que É uma das Intenção colonial os tais "potencias", NA Verdade Que Não Querem de fato contribuir n. O avanço da democracia Irã não. Quantaz Vezes uma gente VIU UM história nd Governo autoritário conseguir Legitimidade Alguma, contra Uma agressão externa. Lembram da Argentina Malvinas NAS? Em hum primeiro momento, OS generais conseguiram o Apoio popular, Que se esvaiu com uma Derrota. Se o Irã para a paz em deixado, Seu Próprio povo ira fortalecer A SUA democracia, Levando líderes Mais esclarecidos Poder AO. Não é fácil, o Caminho Será Cheio de Armadilhas, Mas sem ressentimentos SO UM Por gerados permanente estado de Tensão e de ameaças, Aquele grande País encontrará o Seu Caminho.

O Mesmo pode-se Dizer dos demais Países Arabes e islâmicos. DEPOIS de anos de colonialismo disfarçado OU direto, Aquela civilização (Que Já Foi Mais uma brilhante do Mundo e Foi Responsável Pela Preservação do Conhecimento Clássico) desenvolveu UM imenso grau de desconfiança e ressentimento contra OS Interesses "ocidentais". Fredman, não Interessante Seu livro, "Os Próximos 100 anos", revela Que EXISTE Uma Intenção deliberada da Política externa norte-americana de manter uma Política instabilidade nenhuma Médio Oriente, parágrafo facilitar o controle das fontes de Energia da Região. Foi essa política internacional herdada do colonialismo inglêsI, Que Até o final da era Segunda Guerra Mundial uma Potência dominar Naquela área do globo.

A Instalação do Estado de Israel Na região, da forma como foi Feita, com uma súbita e Ocupação de terras Violenta das Populações Nueva Palestina Viviam Que nenhum local Aumentou o ressentimento dos muçulmanos contra os "ocidentais". Essa sensação Foi Uma aprofundada em guerra semi-colonial movida Pela Inglaterra e França, contra o Egito, em 1956, com Apoio de Israel, parágrafo obter o controle do Canal de Suez. Foi a partir desse ato de pirataria, duramente criticado, inclusive Maiores Pelas potencias da época, EUA e União Sovietica, Que o nacionalismo árabe comecou anti-ocidental uma Crescer. Contribuiu parágrafo isso uma benevolência dos ESTADOS UNIDOS, Atuou para quê interromper o Ataque Anglo-Francês, Mas DEPOIS SE COM OS condescendente Mostrou Europeus Dois Países e Israel. O resultado foi o Crescimento do nacionalismo árabe, Que Não tinha, na época, Islâmica de coloração, e do anti-ocidentalismo. Isso Levou AO Crescimento da Influencia Sovietica Na região, Que Chegou principalmente na forma de Armas Para os exércitos do Egito e da Síria, como assim da Argélia e Iraque.

A principal base norte-americana da Região Passou um IRA o SER, governado com Mão de Ferro Pela Dinastia Pahlavi. Em 1953, Por Iniciativa do então Primeiro Ministro Mohammed Mossadeghv, o País OS nacionalizar Tentou Ativos da Companhia de Óleo Anglo-Americana, principal Fonte de reursos do IRA. A CIA articulou Mossadeghv UM golpe contra, Que Foi deposto e preso. A partir de então o Xá Mohammad Reza Pahlavi Passou um País com o governador Poderes ditatoriais e Mão de ferro. Qualquer perseguida era OPOSIÇÃO, fossem Comunistas, Democratas Religiosos ou. A insustentável Ficou situação, sem final de década de 70, comeu Que em 1979, como Oposições se uniram AO clero xiita, ramo de islamismo seguido maioria da População, parágrafo derrubar uma Monarquia.

A civilização da Explosão das Tensões sociais contidas Pela Força, Durante décadas, provocou Uma série de exageros do Ponto de vista da democracia e, Como um Ocupação da Embaixada noste-americana. Mas, e importante ressaltar que Imediatamente após deposição do Xá, OS ESTADOS retiveram Unidos Bens de Propriedade iraniana. No final, o impasse Foi resolvido com uma Libertação dos reféns nd Embaixada em Troca da Liberação dos Bens retidos Pelo Governo norte-americano.

Na seqüência, logo no ano seguinte, em 1980, o País invadido Foi Pelo Iraque, Que Na época estava alinhado com o ocidente. Sob o BOMBARDEIO de Armas ocidentais, o povo inaniano Considerou Que Mais Aquela era Uma agressão dos Países do ocidente, Sendo o Iraque Titere Apenas UM. Certamente isso n contribuiram como Frequentes Viagens de Autoridades norte-americanas AO Iraque Durante a guerra Que tão Terminou em 1988, DEPOIS Quase Fazer Vítimas de 800 mil.

Durante todo esse período, o Irã Ainda TeVe Que hum enfrentar Bloqueio econômico Imposto Por Iniciativa DOS ESTADOS UNIDOS, O Que provocou mortes Por Falta de Alimento e remédios, inclusive de milhares de Crianças. O brloqueio rompido Acabou assim, nenhum episódio conhecido Como Irã-Contras, Quando um CIA patrocinou a venda de Armas e Outros Bens Para o País, com o Objetivo de Financiar OS guerrilheiros lutavam contra o Que nd Governo sandinista da Nicarágua.

Todos Esses fatos impediram UM prosseguimento natural do Processo Político sem IRA. Nem mesmo, QUANDO UM Líder religioso moderado Foi eleito Para a presidencia, Ali Hashemi Rafsanjani, como "potências" ocidentais dram tregua AO País, boa parte Que o Levou um duvidar da População das Propostas mais "" ligth, o propunham que "Diálogo das civilizações ". O resultado foi uma eleição do Linha dura Mahmoud Ahmadinejad, Líder populista um, com menor preparo do Rafsanjani que. Sua eleição representou retrocesso claro um, Mas foi o reflexo de Pressão Uma extrema Por parte dos países "ocidentais", um soluço Liderança norte-americana.

O Que Querem Pessoas como Bem de E Que deixem o povo iraniano Seguir o Caminho Seu. Com o tempo, hum povo Herdeiro de Uma história brilhante e milenar Sabera resolver OS SEUS Problemas próprios.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

POR UM NOVO MUNDO

Há muito por trás das críticas dos países centrais (Estados unidos e União Européia) feitas ao acordo firmado entre Irã e a Turquia, que foi chancelado pelo Brasil. Estes países, que durante muito tempo comandaram os destinos do planeta através da força, ainda se consideram os “donos“ do mundo.


Entre os aspectos mais importantes do que está oculto na intenção das “potências” mundiais, há a tentativa de manter o monopólio nuclear. É bom lembrar o maior arsenal atômico utilizável dos dias atuais está em mãos desses países. Contando com os arsenais dos Estados Unidos, Inglaterra e França, há mais de seis mil ogivas nucleares prontas para disparo.

A Rússia tem um número semelhante de artefatos, mas dificilmente a maior parte deles está em boas condições, em função dos problemas políticos e econômicos que o país atravessou, depois da extinção da União Soviética. China, Índia e Paquistão não detêm mais do que umas trezentas ogivas e o outro país nuclear é Israel, que no jogo internacional joga no time da aliança Europa e Estados Unidos.

Mesmo que esses países sofram o declínio relativo das suas economias frente aos emergentes, eles poderão manter o seu poder mundial através da ameaça militar. Aliás, 90% do poder militar do mundo estão nas mãos da OTAN.

Esse panorama desequilibra o mundo. Coloca as outras nações em um estado de permanente ameaça, mesmo que na propaganda oficial os países centrais tentem se colocar como “responsáveis”, ou seja, paternalisticamente dizem ao resto do mundo que eles saberão usar bem o seu poder.

Trata-se de uma falácia, pois nunca o emprego de um artefato nuclear será uma ação responsável. Sempre será um crime, como foi quando os norte-americanos lançaram as duas bombas sobre o Japão. Dois atos criminosos contra a humanidade, que deveriam ser julgados por um tribunal internacional.

Portanto, o simples fato de armazenar armas nucleares demonstra a má fé dos seus proprietários e por si só já um crime contra a humanidade. Se houvesse responsabilidade desses países, eles seriam os primeiros sugerir acordos, fiscalizados por uma comissão de países independentes, inclusive do Conselho de Segurança da ONU, que, como todos sabem, é dominado pelos vencedores da Segunda Guerra Mundial.

Sem o desarmamento, pressionar o Irã é hipocrisia. Na verdade é o alinhamento a intenções históricas da aliança que hoje domina o mundo e que pretende estabelecer alguns fatos irreversíveis no oriente médio: a hegemonia militar de Israel, a manutenção dos países árabes em um estado semi-colonial e o controle das principais fontes de petróleo do planeta.

Esse último propósito estratégico das potências centrais acende uma luz vermelha no horizonte estratégico do Brasil. Provavelmente os Estados Unidos já desenvolvem estratégias para controlar as ricas jazidas petrolíferas do pré-sal. Essa ameaça só estará afastada em longo prazo, se o Brasil e seus parceiros emergentes conseguirem criar uma nova ordem mundial multipolar e na qual o uso da força, por quem for, seja visto como um crime contra a humanidade.

A imprensa brasileira se posiciona, na sua maioria, contra a estratégia brasileira, que visa a paz e os acordos, porque as principais empresas brasileiras do setor são comandadas por capitalistas, que privilegiam seus lucros à qualquer idéia de projeto nacional. Para eles o que é importante é a sua conta bancária e não o Brasil se afirmar como um país capaz de oferecer bem estar e esperança para o seu povo.

Esta é a mesma razão que leva gente como Piñera, recém eleito no Chile, a se alinhar com a ordem mundial. Ele é acima de tudo um capitalista interessado em lucros. Para garantir o aumento de sua conta bancária, ele não terá dúvidas em governar para atrofiar as forças produtivas do seu país, se isso garantir o aumento de sua conta bancária.

Lula e o Irã

O Brasil inaugurou uma nova etapa das relações internacionais, onde a ameaça e o desejo de submissão são substituídos pelo respeito e a honestidade. Isso é muito novo e difícil de ser entendido pelos Estados Unidos, Europa Ocidental e Israel, que estão viciados na violência, na guerra e na prepotência.
Esses países nunca pretenderam nenhum acordo com o Irã. A intenção deles era simplesmente a rendição daquela civilização milenar.
Lula quebrou uma prática de poder que já dura séculos.

domingo, 16 de maio de 2010

Governo Turco diz que Lula conseguiu acordo histórico

O ministro de Relações Exteriores da Turquia, Ahmet Davutoglu, disse neste domingo que foi alcançado um acordo entre Irã, Turquia e Brasil sobre a troca de combustíveis nucleares, decisão que pode por fim à disputa com o Ocidente sobre o programa nuclear do Irã. Quando questionado por jornalistas em Teerã se haveria um acordo sobre a troca de combustível, ele respondeu: "Sim, isso foi alcançado após quase 18 horas de negociações".

Marina e a direita

Marina Silva definitivamente assumiu seu papel de inocente útil da direita. A trajetória dela é comum a muitos militantes, ativistas e políticos formados pela igreja. No processo de formação dos quadros da igreja católica, não há uma preparação verdadeiramente socialista. Em geral o pessoal que vem de estruturas como as pastorais possuem limitadíssima compreensão racional da política. São movidos muito mais pelo moralismo, o basismo e a emoção exacerbada. Por isso, são voluntariosos, têm pouca visão estratégica, tendem a análises maniqueístas e dificilmente compreendem o processo histórico.
Como tendem a acreditar em milagres, acham que uma pessoa pode mudar o mundo. Emboram não saibam bem o que fazer com o mundo mudado. Confundem moralismo com ética. Assim é comum que seus governos descambem para o autoritarismo. Mas, achando que são ungidos por Deus, mesmo quando fazem alianças esquisitíssimas, a exemplo da que fez Marina Silva com empresários que nunca demonstraram qualquer compromisso com mudanças profundas no mundo e nem entendem que na questão ecológica o buraco é mais acima. Muitos do empresários e "intelectuais" conservadores que apoiam a candidata eram até ontem apoiadores dos partidos de direita no Brasil.
Para piorar a sua formação, Marina ainda adotou o credo evangélico, que deixou de ser uma coisa progressista desde a morte de Calvino. Hoje os evangélicos são mais conservadores do que os católicos. Desse jeito, Marina não será nem mesmo uma nota de pé de página dos livros de história.

sábado, 15 de maio de 2010

sexta-feira, 14 de maio de 2010

DEM é o primeiro no ranking da corrupção.

O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral que não possui coloração partidária divulgou, na última quinta-feira, um balanço da corrupção política baseado nas diversas cassações de mandatos.
O líder em corrupção e cassação segundo o ranking do MCCE é o DEM ou DEMOCRATAS com um percentual de 20,4% dos políticos cassados. 
Leia mais sobre a liderança do DEM no ranking da corrupção eleitoral, clicando no link - DEM O PARTIDO MAIS CORRUPTO DO PAÍS

Dilma e as pesquisas

Marcos Coimbra, da Vox Populi, estreia uma coluna na Carta Capital, esta semana.
“A caminho da eleição” é o titulo.
É importante ler o que ele diz sobre as pesquisas desses dias que passam, em que boa parte do eleitorado ainda não sabe que a Dilma é a candidata do presidente mais popular da História.
Quando o eleitor sabe que ela é candidata do Lula, ela ganha do Serra com onze pontos na frente.
E o Serra só está à frente, porque 43% dos eleitores não conhecem a Dilma, ainda.
Mas, isso, com o tempo passa: e a imagem do Lula cola na dela.
A conclusão de Coimbra é especial: “Para Serra, só haverá boas notícias, se tudo o que está em curso mudar”.
Ou seja, amigo navegante, a única bala na agulha do Serra é desconstruir a Dilma.

Paulo Henrique Amorim

Sexta sem novidades

Para uma sexta sem novidades, um brinde com Priscila

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Quinta feira alegre

A quinta feira amanheceu mais alegre. O Cruzeiro levou uma chapecada do São Paulo. Será difícil inverter a situação no Morumbi. Vamos torcer para o São Paulo acabar logo com esta agonia.
O Santos manteve a tradição de marcar muitos gols e tomar outros tantos também.  Grêmio festeja a virada, mas está em uma situação pior do que a do Galo, pois sobreu três gols dentro de casa. parece que vai dar Santos, com Neymar.

Quinta feira é knust

Outra Juliana: Knust

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Veja não aceita a liberdade de expressão

A Editora Abril demitiu o sub-editor da National Geographic Brasil, Felipe Milanez, porque o jornalista criticou a matéria da revista Veja sobre a delimitação de terras indígenas no país. Na sua conta do Twitter, o jornalista, muito afinado com a questão indigena, classificou a matéria como "repugnante".
Milanez, que se preparava para viajar ao Amazonas, onde faria uma nova matéria para a Geographic, se disse chocado com a atitude da empresa.
Esse é um exemplo da liberdade de imprensa no Brasil. Os grandes veículos querem ter toda a liberdade de mentir, fazer campanhas políticas e enganar aos seus leitores, mas não permitem o menor espaço de liberdade de expressão dos seus jornalistas. Nos grandes veículos só cabe a visão do dono.
O bom é que os consumidores percebem os exageros de veículos, como a Veja, a Globo e a Folha de São Paulo e param de consumir esses veículos. Já tive assinaturas de veículos do grupo Folha, da Abril e da Editora Globo. Cancelei todas essas assinaturas e atualmente sou uma pessoa muito melhor informada do que quando consumia esses produtos de mau jornalismo.
Convido você leitor a fazer isso, pois há bons produtos substitutos. Por exemplo a revista Carta Capital, um semanário com matérias aprofundadas, de leitura saborosa e onde podemos encontrar os melhores textos do Brasil, escritos pelo jornalista Mino Carta, fundador da Veja e da Isto É. para a TV, existe a opção da televisão por assinaturas, que tem excelentes documentários e o jornalismo da CNN ou da BBC. Quem preferir, pode assistir a Band ou a Record. A primeira tem o divertido Ricardo Boechat e a segunda o ótimo Paulo Henrique Amorim. Para substituir os jornais, a melhor pedida são os blogs. Sugiro o Conversa Afiada, do Paulo Henrique Amorim; o Vi o Mundo, do Luiz carlos Azenha; e o Online, do Luis Nassif.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Problemas na seleção do Dunga

O problema do kaká não é que ele está "meia boca". O negócio é que ele nunca foi craque. É um grande atleta, corre muito, se movimenta, mas não tem habilidade e nem aquela fagulha que separa os esforçados dos fora de série.
Dunga quer provar ao mundo uma tese: o futebol não precisa de craques. Talvez porque ele sempre foi um volante grosso, que usava a força para substituir a sua falta de habilidade.